FILOSOFIA

FILOSOFIA

A medicina natural pode acrescentar muito no cuidado geral com as crianças, no tratamento das doenças comuns da infância e na manutenção da saúde.



Os métodos naturais como a Homeopatia e o Ayurveda colaboram com uma postura menos materialista e menos imediatista, desencorajando a auto-medicação, o exagero e a falta de bom senso no uso da alopatia.



É possível mudar os hábitos e usar os recursos naturais a fim de construir um estilo de vida mais saudável, sem deixar de lado a prática médica convencional, com suas indicações precisas.

terça-feira, 28 de abril de 2015

SOBRE PARENTALIDADE CONSCIENTE:

Todos sabem que depois que fui mãe, me envolvi bastante como tema MATERNIDADE/ PARENTALIDADE CONSCIENTE. Tanto que me motivou a ter um outro blog, o PEDIATRIA INTEGRAL.

Ando lendo e pesquisando muito sobre o assunto. Existem muitos livros e artigos por aí, mas a maioria deles não passa de um manual pronto, que cai na autoridade pura, trata as crianças e bebês como seres que manipuladores e sedutores que querem "dominar" os pais e a casa. Absolutamente não concordo com isso!

Manuais como estes caem na mesmice. Podem até funcionar para alguns, mas a um alto custo. O custo mais alto que existe: interrompendo o principal canal de comunicação entre pais e filhos.

Ignorando o choro dos bebês e tirando a oportunidade das crianças maiores DIZEREM o que sentem e o que precisam. Não permitindo que bebês e crianças se manifestem a seu modo, interrompemos a CONEXÃO.



Deixar de atender ao choro do bebê ou negar-se a escutar o apelo/ argumento dos maiores é fechar um canal de comunicação para o resto da vida. No meu outro blog tenho costume de recomendar livros e sites que se apoiam na criação com apego e na disciplina amorosa. Mas acabei encontrando um material muito especial, que trata de disto tudo, no formato de VÍDEOS.

Nesta série de vídeos e Masterclass, que são GRATUITOS, você irá descobrir...

Como sair do auto-questionamento de "Eu sou uma má mãe/pai?" Para "Eu sou uma excelente Mãe / Pai!"

Como pode ganhar calma e tranquilidade no meio de uma discussão com o seu filho ou numa situação de "nervos à flor da pele".

Descobrir porque sentimos que "com o meu filho nada 'funciona'" e o que podemos fazer para passar a funcionar.

Como ajudar o seu filho a superar inseguranças e medos irracionais, para ele poder viver uma vida livre e feliz.

Como dar ao seu filho um alto grau de confiança que lhe permita conectar-se e compreender os outros.

CLIQUE AQUI, acesse o conteúdo e conheça o trabalho da Mikaela Övén. Eu adorei e recomendo fortemente!

Todo trabalho que preza pelo bem estar e pela quase perdida conexão verdadeira enter pais e filhos merece ser aproveitado!

Então.... aproveitem!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O PEDIATRIA INTEGRAL está de casa nova!

Fico muito feliz em contar que o PEDIATRIA INTEGRAL está de casa nova.

Agora meu blog faz parte de um portal, o VILA MAMÍFERA - Portal de Maternidade Ativa.

"Por maternidade ativa, entendemos uma maternagem baseada na reflexão e na busca de informações embasadas e de qualidade, em que não se age de acordo com o senso comum mas tendo como base o que é correto para si, levando em conta as evidências científicas aliadas aos próprios instintos e valores, e assumindo um papel de protagonista no exercício da maternidade – e da paternidade também, já que entendemos que o papel do pai, como parceiro na gestação e criação dos filhos é fundamental."

Lá vocês vão estão muitos outros posts sobre:

  • parto natural
  • maternagem/ criação com apego
  • aleitamento materno
  • alimentação natural
  • educação não-violenta
todos permeados pelo meu caminho, que se iniciou na medicina, passou pela homeopatia e pela Índia e culminou na minha própria experiência de maternagem.

A medicina, a Homeopatia e o Ayurveda contribuindo com a promoção da saúde e com mais respeito à infância.

Últimos posts:





NO STRESS!

Acho tão, mas tão bacana quando encontro alguns princípios do Ayurveda e do Yoga validados por um site ocidental, escrito por médicos. Adoro o site do Dr. Sears, tem orientações maravilhosas para pais, respeitando aleitamento materno e criação com apego. Sempre dou uma espiadinha lá. Hoje achei este artigo com dicas anti-stress. E fiquei muito [...] continue lendo



A rotina do Ayurveda

Ontem foi publicada uma entrevista que dei para a One Health Magazine sobre ROTINA para as crianças. Aproveitei para explicar um pouco sobre Dinacharya. Mas como lá o espaço é mais restrito, não pude me alongar muito. Aqui sim, lá vai: como o Ayurveda pode ajudar na rotina dos adultos e crianças! Dentro da medicina [...] continue lendo

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Brinquinho? Mas será que ela quer?

A inevitável pergunta da primeira consulta de uma recém nascida menina: Qual a melhor hora para furar a orelhinha? A hora que ela quiser, eu respondo. E aí vejo um olhão arregalado assim ó! Mas como? Mas depois não vai doer mais? Mas se ela for maiorzinha não vai querer deixar... Mas a avó já deu um brinquinho... 

Gente, calma. Vamos por os neurônios para trabalhar ANTES de ir aceitando tudo o que é "protocolado" pela sociedade? 
Nenê menina tem que furar a orelha. 
Nenê menino tem que operar a fimose.
QUEM disse?
Que ditadura é essa? Pensemos...

E bem na hora que começamos a pensar alguém pergunta: mas qual o problema?
Bom, vários. Penso assim: um recém nascido precisa de muitos cuidados. Limpar o bum bum, a xoxota, o umbigo... cada coisa do seu jeito. E para as meninas de orelha furada, limpar o brinquinho. Girar o brinquinho. Imagina: incomoda, gente. Imagina: que mulher adulta consegue dormir de brinco? Você tira ou não os seus brincos antes de dormir e tomar banho? E você tem uma orelhona, tarimbada já, de adulta. E a bebezinha? Uma micro orelhinha com uma coisa cutucando atrás. Atrapalha sim, atrapalha para dormir e para ela se acomodar nos seus braços na hora de mamar. Fica lá aquele treco cutucando... 

Ah, mas não dói para furar. Quem disse? Todo mundo sabe que dói. Isso é balela! Recém nascido sente dor sim... não é porque o bebê não se comunica de forma verbal que ele não sente dor. Tanto sente que há protocolos nas UTIs e Unidades neonatais para quantificar a dor do bebê que está internado. E mais, não dá um super dó
na hora de colher o exame do pezinho? Que mãe não fica de coração apertado nesta hora? E olha que é um furo só, hein? Um troço totalmente indispensável, e a gente SABE que precisa fazer. Pergunto então, porque que temos que aguentar o nosso coração apertar da mesma forma, para furar a orelhinha? Poque passar por isso? Que convenção é essa tão rígida que algumas mães engolem e, com o maior dó, vão furar as orelhas de suas bebês?

Definitivamente não. Eu não passei por isso. É infinitamente melhor aguentar a indignação das pessoas do que a dor de ver um recém nascido ser agulhado sem necessidade... por vaidade dos adultos, já que a bebezinha  não tem a menor ideia do que é brinco e do porque se furam as orelhas.Não é porque um bebê não articula palavras e nem retruca com argumentos que não podemos perguntar (ao nosso íntimo, que seja) mas será que ela quer

Estão lá na gaveta, os dois pares de brincos que Analu ganhou. A princípio guardados para quando ele completasse um ano... quem sabe eu a levasse a um acupunturista para fazer o furo... E o tempo foi passando... ela está com três anos, linda, de cabelos cacheados, cheio de fitinhas e fivelinhas, ama vestido e tons de rosa... os brincos? Continuam lá. E eu, quando ela quiser, quando ela estiver disposta a sentir duas agulhadas, a levarei para furar as orelhas. E darei muito colo se o choro vier... como sempre fiz, mas tranquila e sem aperto no coração, por saber que a escolha foi dela.

(fotos retiradas do google)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

O “QUARTO TRIMESTRE” DE GESTAÇÃO

39 semanas. Barrigão, pés inchados, noites difíceis. Mala da maternidade, enxoval, quartinho, tudo pronto. Papai ansioso, Mamãe, então, a mil. Tudo certo para a chegada do bebê. A ansiedade bate tão forte neste período que algumas mulheres acabam até optando em fazer uma cesariana antes do tempo... uma pena, pois, como veremos a seguir, o nascimento do bebê não acaba com a ansiedade. A sensação não é de alívio. Pelocontrário, aí é que bate a preocupação, a angústia, a sensação de impotência, o aprendizado da amamentação e também a mudança hormonal, que é radical e deixa a mãe recém-nascida num estado que chamamos de blues puerperal...
É. Todo mundo falou das maravilhas: chá de bebê, compras (muitas vezes desnecessárias), treino de banho com a bonequinha, apetrechos para amamentação... mas e o pós parto? Alguém falou de como é ter um recém-nascido nos braços? De como é delicado o processo de aprender a dar de mamar? De como são cansativas as noites em claro? De como é a sensação de abrir mão de si mesma para cuidar de uma vida tão delicada, tão dependente? Hein? Falaram?... hum... não é fácil! Mesmo. MAS PASSA!!!
A primeira semana de vida do recém-nascido pode parecer uma eternidade, mas passa. E junto passa também o primeiro trimestre.
A primeira semana é bastante crítica. Fora a adaptação dos próprios pais à chegada do bebê (especialmente o primeiro) existe também a adaptação do bebê à vida extra-uterina. Estaadaptação se dá durante todo o primeiro trimestre de vida do bebê, mas a primeira semana, definitivamente é a mais difícil.Para todos.
Isto acontece por várias razões. Uma delas é que recém-nascido perde aproximadamente 10% do seu peso de nascimento neste período, ou seja, ele tem que mamar muito e intensamente para recuperar o peso perdido no menor espaço de tempo possível. Ele sabe disso, mas a mamãe, muitas vezes, não. E estranha demais que do bebê queira mamar de hora em hora, ou que fique pendurado no peito por 40 minutos e logo depois queira mamar de novo, ou odeie a chupeta. O bebê então, chora. A mamãe chora de desespero e aflição e o papai “chora” por não entender o que está acontecendo... então, calma! Para acabar com esta choradeira, entenda algumas coisas importantes:
- o bebê viveu nove meses dentro do útero, sem sentir mudanças de temperatura, sem perceber claridade ou escuridão, sem sentir o peso do seu próprio corpo, estando em constante balanço e protegido pelas paredes do útero, que ele sentia lá dentro, ao chutar a sua barriga. O sistema nervoso do bebê estava acostumado assim. De uma hora para outra, ele sai desta situação e vai para outra totalmente inversa. O recém-nascido estranha o mundo aqui fora. Tudo é muito amplo, frio, vazio, os sons atrapalham, a visão é turva. Para que ele se acalme, é preciso contato pele a pele. Colo, calor, peito, cheiro, batimento cardíaco. Então, por favor, esqueça este papo de que segurar o recém-nascido no colo vai torná-lo um bebê chorão e mimado! Não, é justamente o contrário. Bebês que ficam no colo dormem melhor, mamam melhor e choram menos. Consequentemente, a mamãe chora menos e o papai se tranquiliza.
Outra coisa para esquecer, especialmente no primeiro trimestre de vida do bebê: horários para amamentar. Deixe que o bebê mame à vontade. Pelo tempo que quiser e com a frequência que ele quiser. Deixe que ele “faça o seu peito de chupeta”, sim claro! Porque do peito sai muito mais do que leite. Amamentar é dar amor, segurança, conforto, é estreitar o vínculo mãe-filho. O aleitamento materno em livre demanda é preconizado pela Organização Mundial da Saúde, exclusivo até seis meses de vida e com a alimentação complementar até dois anos ou mais. Não, não é loucura.
É cansativo sim, muito, e o apoio do pai, das avós, tias, funcionárias, de quem puder ajudar é fundamental. A mãe recém-nascida também precisa de cuidado, também está frágil. É difícil viu, deixar de ser filha para ser mãe, de uma hora para outra... por isso toda ajuda é bem-vinda.
Considerem então, que o primeiro trimestre de vida do bebê é como se fosse o quarto trimestre de gestação... como se ele ainda não soubesse que está fora do útero. Nesta fase, é muito útil reproduzir a sensação de estar dentro da barriga: enrolar o bebê no cueiro, como um charutinho, balançá-lo suavemente como no andar da grávida, reproduzir sons como o “shhhhhh”, e colá-lo em você, dando muito de mamar, carregando no sling, muito colo!
O simples conhecimento desta necessidade do recém-nascido já vai aquietar muitos corações. Os pais serão capazes de entender porque o bebê chora tanto e como aquietá-lo. Acolha seu bebê. Colo, afago, amor, atenção, nunca estragou ninguém. E vocês verão como é possível resolver várias situações inquietantes com a medida mais simples do mundo: colo.
Como colocou muito bem o Dr. Carlos Gonzalez, pediatra espanhol:

 Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos… Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. “

terça-feira, 13 de agosto de 2013

MAMAÇO VIRTUAL

Em comemoração a Semana Mundial de Aleitamento Materno, que foi de 01 a 07 de agosto de 2013, resolvemos fazer um MAMAÇO VIRTUAL - uma manifestação coletiva em prol do aleitamento materno, com a finalidade de informar e incentivar outras mulheres!

Olha só cada coisa bonita que eu recebi! Não tem preço tanta boniteza!!!

Da KARLA CAVALCANTI FERNANDES, 32 anos, administradora, doula, educadora perinatal e mãe de duas meninas: a Isabela de 5 anos e 5 meses (amamentada até os 2 anos 4 meses) e Laís 1 anos 7 meses que segue mamando.

"A Isabela nasceu em um parto domiciliar rápido e tranqüilo, mas fui pega de surpresa com um bebê que chorava muito porque tinha fome. Mesmo fazendo a livre demanda a minha produção de leite era muito baixa. Minha vontade e prazer em amamentar fez com que eu utilizasse todo conhecimento técnico adquirido para amamenta-la. A ajuda de minha parteira Marcia Koiffman também foi fundamental.

Não foi fácil por tantas vezes, ouvir das pessoas “Por que você não da logo uma mamadeira pra ela, em vez desses canudinhos ???”(Porque complementava algumas mamadas com o sistema suplementar de nutrição da Medela. Com meu leito quando tinha e quando não com o artificial). Chorei muito, bem como questionei minha insistência, passei noites em claro com ela num peito e a bomba de tirar leite no outro, tudo para aumentar a produção. Enfim, consegui concluir a amamentação exclusiva até os 6 meses.

Em seguida novas cobranças, “Por que essa criança ainda tá no peito???”, eu respondia que amamentaria até os 2 anos, daí ouvia, “Já fez 2 anos, e você ainda está amamentando??? tem que dar um jeito nisso". Consegui protelar as mamadas até os 2 anos e 4 meses, quando ela foi para a escolinha e o desmame foi muito mais fácil e tranqüilo pra ela. Confesso que por mim, ela teria continuado até não querer mais.

Dai veio a Laís e eu estava preparada para passar por tudo aquilo de novo, mas dessa vez foi diferente. Nas últimas três semanas de gestação eu “entrava” em um falso trabalho de parto por semana, e no dia em que ela nasceu, imaginamos que fosse mais um “alarme falso”, afinal com 6 cm de dilatação, o trabalho de parto parou e todos que me auxiliavam foram embora.

No final do dia, aprendendo a trabalhar muito minha ansiedade, cessaram as preocupações e incertezas, e a Lais nasceu rápido e tranquilamente em casa. A amamentação foi tranquila, a produção de leite satisfatória, o que a levou a ganhar até 1kg por mês nos três primeiros meses. A amamentação exclusiva se deu até os 6 meses, e hoje ela continua mamando em livre demanda.

E eu? Bem, continuo ouvindo "Ela ainda mama???". Vou amamenta-la até os 2 anos. Será???"



Frase:" Para mim, a amamentar é o primeiro ato de amor depois que um filho nasce, porque exige que você doe seu corpo, seu amor, sua paciência e seu tempo. Tempo que não volta mais! É por isso que sou mãe, mamífera 24hs por dia, de segunda a segunda nos 365 dias do ano, por quantos anos for preciso."





Karla, Isabela e Laís mamando!
















De Rakel B. Gomez:

"Para mim, não há como falar de amamentação sem se retomar a consciência do parto.
A pesar de não acreditar que o exito de um esteja relacionado ao exito do outro, é possível relacionar que a consciência e preocupação de se ter um parto ativo e presente esteja relacionado em oferecer um aleitamento também ativo e presente. 
Isto porque nos dois momentos a questão do corpo e a questão da dor está colocada, assim como a superação de seus fantasmas, seus medos, seus limites e suas crenças. 
Entretanto, para o senso comum, estes dois momentos se mostram desvinculados. Enquanto o parto é retratado pela grande mídia como o momento da dor e do sofrimento (relacionado inclusive com a morte), o aleitamento é retratado como um momento de prazer e de felicidade, sem nenhum problema ou preocupação.
Desconstruir este modelo quase cristalizado em nossa sociedade é o primeiro grande passo.
Isto porque se pode ter prazer na hora do parto e se pode ter dor na hora do aleitamento.
Este pré-conceito sobre as atividades do corpo contribui para que muitas mulheres, por causa do medo da dor, ou optem por partos cesárias ou deixem de investir no aleitamento materno. Muitas vez as impossibilidades físicas - de fato existentes - são resultado de uma construção piscológica motivada pelo medo ou pelo estresse.
No meu caso, busquei profissionais que apoiassem o parto normal. Apesar do preparo, o parto foi bastante intenso e com muita dor. Na hora, a desconfiança do corpo foi grande....duvidei muito da minha capacidade.....depois de 10 horas de tp, consegui pari um menino de 3,200g saudável e forte.
Quando tudo parecia ter acabado, veio o momento da amamentação......batia a cabeça na parece de tanta dor que sentia. 
Mais uma vez subestimei meu corpo e achava que não iria dar conta. Chorava.
Mas a experiencia primeira alimentou este segundo momento, onde a mesma crença no que era melhor me motivou a insistir.
Dia a pós dia, aos poucos - e com muita lanolina - foi passando. Hoje, com meu menino já com 3 meses, posso dizer que é prazeroso amamentar.
Além do que este ato contribuiu muito para a relação de amor que foi se construindo entre nós dois. Sim, porque ao contrário do que também se afirma no senso comum, tal amor não floresceu no instante imediato que descobri que estava grávida, nem no período de gestão.
Amor é relação. E não houve momento mais propicio, mais intimo, em fortalecer este amor se não na relação do momento de amamentar. Momento mágico, que apesar do esforço, realmente vale a pena !"
Rakel B. Gomez, mãe do Gael Alejandro, 3 meses 


Da Marcelly RIbeiro

"Uma experiência mágica! Muita cumplicidade, olhares e sorrisos. Amor jorrando em forma de leite!"



Marcelly & Inácio

















Da Daniele Amorim, mãe do Pedro, que nesta foto estava com 6 meses mamando exclusivo!

"Todos os dias sinto-me feliz e realizada por adorar amamentar o meu filho. Nós mulheres, mães, temos o dom Divino e maravilhoso de doar amor, carinho, afeto  e prazer a quem tanto amamos".

 Dani & Pedro


Da Milena, mãe do Arthur, que na foto tinha 4 meses e mamou até os 11 meses:



E eu:



com Andrezinho mamando na primeira hora de vida!  Muito amor!






 E nosso dia a dia!!!
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